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Fonte: Fenaseg
O Financial Service Authority (FSA), órgão regulador de serviços financeiros independente, informou que está em discussão uma possível flexibilização dos requerimentos das regras de Solvência II para as seguradoras da Comunidade Européia que tiverem dificuldades de cumprir a exigência de capital determinada para 2010.
Segundo divulgou o jornal britânico Financial Times hoje, a FSA entendeu o pedido da Association of British Insurers (ABI), que mostrou a dificuldade trazida para todo o mundo com a falta de liquidez causada pela crise financeira, dificultando assim aportes de capital, seja por IPO, acionistas e até mesmo compra de resseguro.
Na União Européia, o projeto de solvência começou em 1999 e deverá ser concluído apenas em 2010, com as normas sendo testadas antes de entrarem em vigor. O modelo de solvência europeu é baseado em percentuais fixos sobre prêmios e sinistros.
A metodologia mais se parece com um limite de alavancagem do que de um controle de solvência. Se uma companhia quer operar em um alto nível de vendas, precisa se capitalizar, ou seja, ter mais patrimônio. No entanto, mesmo tendo um patrimônio elevado não significa que esse valor aportado esteja garantindo a operação. Por isso está em pauta a adoção das regras de Solvência II.
Ainda há muita discussão em torno das normas do Solvência II, que deverão ficar mais intensas e até mesmo passarem por revisões em razão da intensidade da atual crise financeira.
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