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Fonte: Fenaseg
Provavelmente em 15 dias, as seguradoras do Nordeste terão uma dimensão das perdas provocadas pelas intensas chuvas que afetam aquela região. A previsão é do presidente do Sindicato das Seguradoras do Norte e Nordeste (Sindiseg N/NE), Mucio Novaes, ao admitir, porém, que a carteira de automóvel deverá ser a mais atingida, tendo em vista a necessidade de pagamento de indenizações, parciais ou integrais, causadas por alagamento de automóveis. "Os avisos de sinistros de veículos devem aumentar nas próximas semanas", disse Novaes.
Para ele, só se houver um avanço consistente das perdas pelas inundações, o mercado pensará em elevar a taxa da cobertura por alagamento. "Ainda não há estatística, mas, se as chuvas provocarem desequilíbrio financeiro nas carteiras de algumas seguradoras, é muito provável que haja correção de preços", explicou ele.
Os seguros de residência e rural, contudo, não vão experimentar um avanço da sinistralidade. No primeiro caso, porque as áreas mais afetadas estão na periferia ou interior dos estados nordestinos, onde a penetração do seguro é mínima. Em relação ao seguro rural, também o risco de a conta dos danos bater à porta das seguradoras é mais reduzido, porque sua demanda é recente e concentrada na região do Vale do São Francisco, por ora poupado dos estragos das fortes chuvas.
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