Este website utiliza cookies
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência, otimizar as funcionalidades do site e obter estatísticas de visita. Saiba mais.
Fonte:
Fonte: Infomoney
A queda nas vendas de carros não deve fazer com que o setor de seguros de automóveis também registre redução. Isso é o que acredita o presidente da CNSeg (Confederação Nacional de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), João Elísio Ferraz de Campos, que afirma que a pessoa até poderá deixar de comprar um carro, mas não deixará de renovar o seguro de seu usado.
"É possível que a pessoa até não troque de automóvel, mas ela vai fazer o seguro do que tem. O que está em crise é a venda de carros, não o seguro, que deverá ser renovado", diz.
Expectativas para 2009
Campos também considera que o ano de 2009 será positivo para o setor, mesmo com a crise financeira. "Eu acho que o mercado de seguros não deverá ser muito atingido. Pode ser que cresça menos do que a gente imagina, porque ele sempre cresce bem mais do que a inflação. Mas eu estou com esperança. Vai ter crescimento", afirma Campos, que também preside a Fenaseg (Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização).
Já 2008 deverá terminar com um crescimento de 15% sobre o faturamento de 2007, de cerca de R$ 50 bilhões. Até outubro, a expansão do mercado em comparação ao mesmo período acumulado em 2007 tinha sido de 17,4%.
"O mercado fecha bem, com toda essa crise que a gente está vivendo. Praticamente, até agora, nós não fomos atingidos, porque o mercado é muito sólido no Brasil", ressalta, segundo publicado pela Agência Brasil
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência, otimizar as funcionalidades do site e obter estatísticas de visita. Saiba mais.