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Fonte: CQCS
"Foi excelente, eu adorei". A frase, dita pela ex-presidente do Clube dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro e uma das mais experientes e respeitadas profissionais do mercado, Rose Rodrigo Octávio, sintetiza o grau de satisfação da plateia à palestra "David venceu Golias - Concorrendo com canais de distribuição", apresentada pelo diretor da Essenius Inclusão e Conectividade, mantenedora do CQCS, Gustavo Doria Filho, no 1º Debate Rio ? Seguros: Reflexões Estratégicas para 2010?, realizado nesta terça-feira, no Hotel Guanabara (RJ). O evento foi organizado pelo Clube dos Corretores, com o apoio da Aconseg-RJ e da Associação dos Corretores da Baixada Fluminense, e reuniu mais de 200 profissionais do setor.
Rose Octávio foi uma das quatro pessoas sorteadas por Gustavo Doria Filho, ao final da palestra, as quais receberam uma camiseta preparada pelo CQCS, com os dizeres: "Orgulho de Ser Corretor de Seguros". Emocionada, a experiente profissional fez questão de abraçar o palestrante e manifestar o seu apoio a tudo que fora dito momentos antes. Além dela, foram sorteados os corretores Antonio Carlos Gonçalves, Gilberto Villela e Maria de Fátima Pereira.
Na palestra, que já foi assistida por milhares de corretores de seguros de diferentes regiões do país, Gustavo Doria Filho conseguiu manter a atenção da plateia e a participação de todos ao dar dicas sobre como é importante manter o foco no bom segurado. "Não adiantar cotar, cotar, cotar. O importante é valorizar o cliente fiel. E ter tempo para poder ganhar mais dinheiro", salientou, acrescentando que o corretor deve sempre pensar em proteger o segurado e, para isso, oferecer toda a gama de seguros que podem atender às suas necessidades.
Para o palestrante, o maior ativo do corretor é o tempo e o profissional deve agir sempre pensando em maximizar o seu lucro e tornar a carteira o mais rentável possível. "Mande o cliente ruim, que toma o seu tempo apenas para cotações, para outros canais de distribuição", aconselhou.
Ele disse ainda que o corretor deve seguir o método do RRP, sigla criada por ele que representa a importância das ações voltadas para a renovação da apólice (sempre com antecedência e apresentação diferenciada), recuperação de antigos clientes (com contatos permanentes) e da prospecção (neste caso, com preferência para clientes indicados por outros bons segurados).
Segundo Gustavo Doria Filho, outros canais, tais como as lojas de departamento e concessionárias de serviços públicos não representam, de fato, ameaça ao corretor, porque trabalham com públicos distintos: "esses seguros custam em torno de R$ 2,00 ou R$ 3,00. Não está aí o foco do corretor. Além do mais, aqueles canais ajudam a aumentar a consciência da importância do seguro entre as camadas mais pobres da população", observou.
Ele sugeriu ainda que o corretor personalize o atendimento, para fazer diferença; aproveite qualquer ocasião para conversar com o cliente sobre a importância do seguro; e atenda apenas a quem puder pagar pelo seu serviço. "E, acima de tudo, não fale mal do seguro. Quem não gosta do mercado, deve procurar outra ocupação profissional", disparou.
No final da palestra, vários corretores fizeram questão de parabenizar Gustavo Doria e, claramente, deixaram o auditório influenciados pelo que ouviram. "Foi excelente", resumiu Maria de Fátima Pereira.
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