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Mercado apresenta projeções positivas para setor em 20


Fonte: Portal Nacional de Seguros

O PRESIDENTE do Sincor-RJ, Henrique Brandão, afirmou que o Estado do Rio é a bola da vez, referindo-se às perspectivas econômicas promissoras. Pelas suas projeções, a economia fluminense deverá crescer até 7,5% nos próximos anos, contra uma média nacional de 5%, tendo em vista as obras programadas para a realização da Copa do Mundo em 2014- o Rio é uma das 12 sedes dos jogos_ e das Olimpíadas de 2016.

Henrique Brandão participou do "II Encontro dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro", realizado na semana passada, no Centro do Rio de Janeiro, assegurando aos cerca de 800 corretores que participaram do encontro para assistir a uma série de palestras sobre gestão e administração de empresas, vendas e motivação que os próximos anos serão bem promissores para os canais de venda de seguros.

Em razão desse quadro, ele anunciou que o Sincor-RJ pretende realizar encontros mensais, a partir de 2010, com o intuito de "preparar o corretor para que possa recepcionar essas oportunidades, a partir do crescimento da economia nacional e da realização de eventos tais como a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016".

Outra atração do II Encontro dos Corretores de Seguros do Rio de Janeiro foi o consultor Raul Candeloro, especialista na área de gestão em vendas, que falou sobre "O que os clientes esperam de você?". Segundo ele, 2010 será "muito bom" e trará oportunidades para todos. "O problema é que nem todo o mundo está preparado para aproveitar a janela de oportunidade", ressaltou.

Raul Candeloro frisou que um bom corretor para aproveitar um cenário favorável precisa conhecer bem o mercado, os produtos e os concorrentes; ter habilidade para planejar e para o pós-venda; e atitude. "É fundamental ser diferente. Conquistar o cliente pelo posicionamento. Muitos ficam preocupados apenas em fazer cotações para possíveis novos clientes e não olham para o potencial da própria carteira", aconselhou.

Ele acrescentou que é mais importante agregar valor por meio da diferenciação do que brigar para oferecer o menor preço. "O cliente quer qualidade e preço baixo. Mas, por vezes, o que é caro na visão do corretor, não é para o cliente", afirmou.

De acordo com o palestrante, a receita do sucesso tem sete ingredientes: prospecção (como e quando falar com o possível cliente, abordagem (estabelecer relacionamento), levantamento das necessidades do segurado, proposta do valor (depois de saber o que ele precisa de fato), negociação, fechamento e pós-venda. "Não é aconselhável pular etapas. A venda consultiva exige que o corretor siga o passo a passo e cobre isso da sua equipe", acentuou.

O vitorioso técnico da seleção brasileira masculina de Vôlei, Bernardinho, também participou do II Encontro dos Corretores de Seguros. Bernardinho tratou da "Motivação, Realização, Superação de Desafios e Excelência em Resultados", contando histórias da sua passagem pela seleção, como técnico e jogador, e fazendo correlação entre a trajetória de atletas e desportistas com a vida profissional dos corretores de seguros. "Capital é muito importante, mas não é tudo. Se fosse, nenhum time grande cairia para a segunda divisão", comparou.

Segundo ele, o importante é estar focado permanentemente no trabalho, nas oportunidades que surgem, na gestão do negócio e no atendimento ao cliente. "Sem planejamento e boa administração não se vai a lugar algum", frisou Bernardinho.

Ele disse ainda que o grande diferencial está nas pessoas e que o comandante da equipe precisa extrair sempre o máximo de cada colaborador. "Se talento só bastasse, a seleção de futebol de 2006 ganharia a Copa com tranqüilidade. Faltou compromisso", disparou.[3]

Nesse contexto, o palestrante apontou como o cenário mais próximo do ideal aquele em que há a soma do talento com muita determinação e motivação. E apostar na equipe. "Craque ganha um jogo, mas não ganha o campeonato se não tiver o forte apoio de uma boa equipe", observou.


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