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Corrige Sincor reúne corretores para lançamento oficial da chapa


Fonte: Segs

Em pouco tempo de campanha, a chapa Corrige Sincor conseguiu evoluir e transformar o perfil eleitoral que ronda a diretoria atual do Sincor-RJ, além de cultivar crescentemente o apoio de muitos Corretores de Seguros. Na última quarta-feira, lideranças do setor se reuniram na Associação Comercial do Rio de Janeiro para lançar oficialmente a Chapa Corrige Sincor. Convidar o maior número possível de corretores a participar ativamente do sindicato é a receita perseguida pela chapa para resgatar a imagem do Sincor-RJ.

Segundo o candidato a presidência do Sindicato, Amílcar Vianna, o número de adeptos a chapa tem aumentado rapidamente. "A velocidade com que temos encontrado incentivos de outros Corretores tem enchido a todos nós de entusiasmo. Cada um tem uma vida atribulada, mas todos têm encontrado tempo para manifestações via internet ou organização de encontros com corretores de várias regiões que estão interessados em conhecer nossas propostas. Estamos escutando as reivindicações, obrigação há muito tempo esquecida pela atual diretoria", disse.

O Movimento Corrige Sincor surgiu de uma tentativa de buscar entendimento com a diretoria do Sindicato. Em discurso, Vianna afirmou que sempre acreditou no diálogo, mas o descaso com que a diretoria tratou os mais de 200 corretores que liderados por ele fizeram parte do movimento Corrige Sincor merecia uma atitude. "A forma quase secreta com que as eleições seriam conduzidas e o tratamento desrespeitoso dado ao nosso movimento, que nunca recebeu sequer uma resposta, demonstram que a atual diretoria parece ter esquecido quem são os legítimos donos do sindicato. A inscrição de nossa chapa é a maneira que encontramos de lembrá-los", contou.

Líder da chapa, Vianna demonstrou ainda especial descontentamento com o excesso de festividades. "Oferecer aos corretores encontros e convidá-los a participar de homenagens diversas não servirá mais como cortina de fumaça usada pela atual diretoria para encobrir o esvaziamento ocorrido no Sindicato. Somos oito mil no estado e estimo que pouco mais de mil permaneçam como sócios. Isto nos enfraquece e envergonha", opinou.


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