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Fonte: Portal Nacional de Seguros
"Esta situação deve-se à falta de legislação e percepção dos fabricantes", explicou David Melton, responsável pela área de Transportes do Instituto de Investigação em Segurança da Liberty Seguros, em Boston, nos Estados Unidos.
O centro de investigação do instituto tem uma via de alcatrão para simular e ensinar o que fazer em situações adversas, assim como um laboratório onde se reforça a perigosidade das distracções com aparelhos como telemóveis e até GPS.
Um dos investigadores informou estar a decorrer um estudo que já provou a discrepância entre a compreensão dos efeitos das "distracções" e as suas consequências negativas ao volante, tal como a capacidade de condução, que é quase sempre sobrevalorizada.
Nos Estados Unidos estão a ser comercializadas câmaras de vídeo que as frotas comerciais colocam nas viaturas e cuja gravação é activada quando ocorrem alterações bruscas na condução e acende uma luz para alertar o condutor.
O objectivo é identificar comportamentos perigosos para evitar acidentes. " É uma má medida esperar pelo acidente para avaliar a segurança", argumentou o investigador.
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