Este website utiliza cookies
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência, otimizar as funcionalidades do site e obter estatísticas de visita. Saiba mais.
Fonte: Diário do Grande ABC
Segundo maior pólo metalmecânico do País, atrás apenas do Grande ABC, a cidade gaúcha de Caxias do Sul sedia nesta semana a 19ª edição da Feira de Subcontratação e Inovação Industrial Mercopar - que teve início ontem e vai até sexta-feira no Centro de Feiras e Eventos da Festa da Uva.
O evento atrai a atenção de empresas dos sete municípios, de olho no potencial de negócios na área automotiva e de implementos agrícolas (afinal, em Caxias estão empresas como Randon, Marcopolo, Agrale e Eaton) e em outros segmentos (de petróleo, energia, automação industrial etc).
A perspectiva do Sebrae-RS (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), que organiza a feira em parceira com a Hannover Fairs Sulamerica, é incrementar em 10% o volume de negócios. Em 2009, a Mercopar movimentou R$ 64 milhões, com 31 mil visitantes.
E o evento vem crescendo em tamanho. Em 2009, eram 573 expositores que ocupavam 13, 5 mil m². Neste ano, a área útil chegou a 15 mil m², com 558 expositores, dos quais 88 empresas são paulistas. Entre os Estados, São Paulo só perde em participação para o Rio Grande do Sul, que conta com 343 participantes.
DA REGIÃO
Um dos participantes do Grande ABC, a fabricante de máquinas Grob, de São Bernardo, está pela segunda vez na Mercopar. Para o gerente de vendas da companhia, Rogério Secchiero, há potencial para crescer bastante no Sul, onde as vendas ainda representam volume pequeno do faturamento total.
"Cada vez fica mais sólido esse mercado, que já é bem atrativo. Temos clientes, como a Stara (de implementos agrícolas), e dentro do ramo de energia, fornecemos para a SEW, que faz redutores para geração", afirmou.
A Grob lança na feira modelo de centro de usinagem horizontal e o executivo destaca que há conversas em andamento para contratos na área automotiva no Rio Grande do Sul.
Outra expositora da região é a Metalúrgica Agathon, de Diadema, que montou estande na feira pelo quinto ano seguido, em trabalho de persistência para a empresa se fazer conhecida e garimpar negócios no Sul. "Em volume de vendas ainda não é grande (a participação na receita da companhia), mas é mercado potencial", explica Eugênio Baranzini, gerente geral dessa indústria, que produz elementos de fixação e prensas. "Estamos tentando e, para isso, passamos a trabalhar em parceria com uma distribuidora local, a Macrosul", acrescenta.
Nesse corpo a corpo, para mostrar a tecnologia da Agathon, o executivo assinala que tem conseguido resultados. Desde que iniciou essa prospecção, há cinco anos, já efetivou encomendas para a Eaton e para a Weg, de Santa Catarina.
O repórter viajou a convite do Sebrae-RS
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência, otimizar as funcionalidades do site e obter estatísticas de visita. Saiba mais.