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Fonte: Portal Nacional de Seguros
O número de atendimentos realizado pela Susep (Superintendência de Seguros Privados) entre janeiro e outubro deste ano foi 18,25% menor que o realizado no mesmo período do ano passado.
Nos primeiros dez meses de 2010, 39.701 pessoas procuraram a Superintendência, ao passo que, em igual período de 2009, este total foi de 48.561 pessoas.
As consultas relacionadas aos seguros foram a maioria, com 24.057 atendimentos. Em seguida, vieram os atendimentos diversos, que incluem andamento de processos, vistas de processos, outros assuntos e golpes, com 11.920 consultas, e nominadas (capitalização, corretora de seguro, resseguro, previdência privada, sociedade em regime especial), que responderam por 3.724 atendimentos.
Na comparação entre o mês de outubro deste ano e de 2009, o total de atendimentos também registrou queda, passando de 5.353 para 3.281 no período, uma diferença de 38,71%, sendo que a categoria seguros registrou recuo de 43,07% no total de atendimentos.
Seguros
Ainda no que diz respeito ao setor de seguros, passados dez meses de 2010, o DPVAT foi responsável pela maior parte dos atendimentos, com 56,6% de participação, seguido pelo seguro de automóvel (17,8%) e pelo seguro de vida (11,6%).
Em relação ao ano passado, o DPVAT registrou retração no número de atendimentos, já que entre janeiro e outubro de 2009 foram apuradas 15.846 consultas, enquanto que neste ano foram registradas 13.613.
O mesmo ocorreu com os números de atendimentos relacionados a golpes, que diminuíram 36,19%, saindo de 1.506 para 961.
Por outro lado, as consultas sobre seguro de automóvel cresceram em um ano, saindo de 3.457 para 4.290, no período.
Tipo de atendimento
Até outubro, o principal meio de atendimento utilizado pelo consumidor foi o telefone, com 65,3%. A internet veio em segundo lugar (25,3%), seguida pelos atendimentos feitos em agências (4,8%) e por carta (4,6%).
Na comparação com os primeiros dez meses de 2009, o número de atendimentos pela internet subiu 20,66%, ao passo que o uso do telefone e o atendimento feito pessoalmente e por carta carta caíram 24,85%, 29,34% e 39,77%, nesta ordem.
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