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Fonte: Portal Nacional de Seguros
Presidente da Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização (CNSeg)
Governo proibiu que seguradoras e resseguradoras repassem riscos para suas matrizes no exterior, prática comum no setor
Thais Folego
Na semana passada, o Conselho Nacional de Seguros Privados publicou uma resolução que proíbe, a partir de 31 de janeiro de 2011, as resseguradoras e seguradoras de repassarem riscos para empresas do mesmo grupo no exterior.
A CNSeg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização) não concorda com a medida, que pode limitar a capacidade do mercado de absorver riscos, e está negociando com o Ministério da Fazenda para reverter a situação ainda este ano.
Por que a CNSeg é contra a nova resolução?
Essa medida nova não dá a oportunidade nem de negociação, ela simplesmente suspende a possibilidade das companhias de dividir o risco com empresas do mesmo grupo no exterior.
Apoiamos o governo nas ações de coibir práticas antimercado, mas apenas as que impedem o desenvolvimento.
Com tantos projetos de infraestrutura previstos, e que vão demandar seguros de alto valor, essa medida pode atrapalhar a contratação de coberturas?
Sim, essa decisão pode prejudicar a capacidade do mercado em absorver riscos. Essa medida dá a impressão de mudança de regra no meio do jogo, o que é muito ruim para o mercado.
O que a CNSeg está fazendo a respeito?
Estamos negociando a questão com o Ministério da Fazenda e esperamos uma solução ainda este ano.
Mas o ano termina daqui a duas semanas ...[2]
Da mesma forma que a resolução foi baixada rapidamente, esperamos uma resposta logo.
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