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Fonte: Portal Nacional de Seguros
É inevitável que, ao virar a página de um ano, acabemos nos rendendo à tentação de fazer um balanço. É nesse contexto, que temos a consciência de que chegamos até aqui com a certeza do dever cumprido. Mais do que isso, a certeza de que continuamos cuidando para que o interesse público seja preservado.
Fazemos isso por acreditar que a cidadania é o caminho mais direto e legítimo para a prosperidade do país e para todos aqueles que têm orgulho de ser brasileiro.
Mas, ao fazer esse balanço, cabe a pergunta inevitável: os outros segmentos do mercado se guiam pelos mesmos princípios? Creio que não. Se assim fosse não haveria a ação desabrida e antiética da venda casada pelos bancos e o famoso seguro "GA" (goela abaixo).
Se houvesse princípios e boas normas haveria também um mercado efetivamente pró-consumidor. Se houvesse uma preocupação mínima com o segurado a legislação seria alterada para que, no caso de falência de uma seguradora, ele fosse o primeiro a receber. E o que acontece hoje? Paga-se primeiro os outros credores e, se sobrar algum tostão, destina-se ao consumidor/segurado. Há aí algum traço da responsabilidade social de que falava no começo? Claro que não. Sobra, no entanto, falta um erro de enfoque.
Por outro lado, é a falta de transparência e fiscalização que leva às falcatruas que só denigrem o mercado. Por falar nisso, escândalos nunca mais. Vamos mostrar ao país e ao mundo que nos resta um pouco de seriedade.
E, se quisermos ser sérios não podemos acatar os desmandos do Banco do Brasil, que passa por cima da lei o tempo todo e mantém, uma corretora (com o mesmo nome) o que é proibido pela legislação.
A atuação predatória das montadoras e concessionárias é uma questão social ou não? Ela tira o pão da boca de vários corretores de seguros. Porque não se fiscaliza? Afinal, trata-se de um bem comum.
São perguntas que me param para pensar neste início de ano. Vamos provar, de uma vez por toda, que o seguro é coisa séria e um bem necessário. Não é simplesmente alimento para a gula insaciável dos oportunistas de sempre.
O objetivo dos corretores de seguros é produzir benefícios para as pessoas. Queremos manter relacionamentos mútuos, honestos e construtivos. Hoje, somos co-responsáveis pelo desenvolvimento social, podendo contribuir decisivamente para uma sociedade mais justa e igualitária.
E, se o presente é adverso, podemos transformá-lo em algo positivo. Vamos em frente, lutar por aquilo que acreditamos. Vamos batalhar o tempo todo contra os antéticos, contra os que querem acabar com nossa profissão. A causa é justa e mercê a união de todos.
Vamos buscar fazer o melhor. Aqueles que nada fazem e esperam algum tipo de vitória estão enganados. A vitória é dos que lutam, dos que agem. E preferível o erro à omissão. O fracasso, ao tédio. Faça, tente, lute. Mas, por favor, não jogue fora, se acomodando, a extraordinária oportunidade de vencer.
Ainda temos muito a conquistar e chegaremos lá. Vamos caminhar sempre, com um saco de interrogações na mão e uma caixa de possibilidades na outra. Por isso mesmo, não use Rider, não dê férias a seus pés.
Não vamos fraquejar. O tempo, que é mesmo o senhor da razão, vai bendizer o fruto do nosso esforço, e só o trabalho nos levará a conhecer pessoas, mundos e vitórias que os acomodados não conhecerão. E isso chama sucesso.
Leoncio de Arruda.
E-mail. leoncio@dearruda.com..brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
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