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Fonte: O Diário
De acordo com o Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor) de Maringá, o número de veículos assegurados no município compreende 30% da frota. O delegado da entidade, Ricardo Ausek, afirma que "não é um índice alto, mas é um mercado em expansão".
Braz Rissati atua no ramo de seguros há 16 anos e considera este o melhor momento para os negócios. Além do aumento da clientela, a ocorrência de sinistros se tornou mais frequente. "Antes era um que ligava a cada 2 meses. Hoje já é um caso ou dois por semana".
O alto índice de sinistralidade, por outro lado, encarece o valor dos seguros. Para os corretores, as colisões entre veículos são os casos mais comuns. "Pela minha experiência, diria que 60% são batidas", contabiliza Rissati. Dados levantados por O Diário apontam que só em 2012 foram registrados mais de 500 acidentes de trânsito na cidade. Na opinião dos profissionais da área, roubos e furtos ficam em segundo lugar no ranking.
Moto
O corretor Carlos Paranhos, da Carcape Seguradora, afirma que a procura de seguro para motocicletas é muito inferior a de carros. "O preço é inviável para o orçamento da maioria dos motociclistas, sem falar que poucas empresas oferecem cobertura para este tipo de veículo". Para o modelo de moto mais visado por ladrões, a Honda CBX 200 Strada, Paranhos estima apólice no valor de R$ 1,5 mil.[2]
O alto custo não atrai o marceneiro Marcos Monteiro, que prefere correr o risco a pagar um valor equivalente a quase a metade de uma motocicleta nova. "Tomo bastante cuidado, coloco trava e procuro sempre deixar em lugares que tenha alguém conhecido".
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