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Fonte: Portal Nacional de Seguros
A corretora Cida de Oliveira, da Ética Corretora de Seguros (Bragança Paulista/SP) acredita que, diante da atual política de juros baixos, as pessoas precisam de planejamento eficiente para adquirir produtos e serviços. "O grande perigo é a compra desenfreada e a alta da inadimplência. Quando chega nesse ponto perde-se a possibilidade de alavancar nosso segmento", reforça.
Nesse sentido, ela lembra que, no atual momento as pessoas estão interessadas em consumir, mas é baixo o interesse em contratar proteção para os bens comprados. "Seguro é encarado como um ‘serviço caro’ por grande parte da população. Acho que falta mais comunicação e divulgação para que as pessoas reconheçam o valor do seguro e não o custo", argumenta Cida.[2]
Já o corretor Flavio Lopes de Paula, da Ética & Probo Corretora de Seguros (São Paulo/SP), aponta que o cenário é positivo para as seguradoras. "Para o corretor de seguros, nem tanto. O preço para o consumidor renovar o seguro em todos os ramos está sendo reajustado por conta da menor rentabilidade nas aplicações. A alta do preço do seguro instiga o consumidor a procurar mais opções no mercado e o corretor de seguros reduz sua margem de ganho", pondera.
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