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Fonte: Redação Planeta Seguro
Em nota intitulada "Proteção veicula’ não é um produto seguro" tanto a Superintendência de Seguros Privados (Susep) como o Sindicato dos Corretores de Seguro do Estado do Rio Grande do Sul (Sincor-RS) lembram que o serviço vendido como "proteção veicular" não caracteriza seguro. De acordo com o comunicado, "há uma ameaça aos consumidores de seguros no Brasil, chamada ‘proteção veicular’ e que se faz passar por um produto sério como o seguro."
O superintendente da Susep, Luciano Portal Santanna, define bem este tipo de produto: "São os camelôs do segmento. Não oferecem produtos adequados, afetam o mercado, pois representam uma concorrência desleal, na medida em que têm custos mais baixos, justamente por não atender a essas normas que garantem, por exemplo, provisões técnicas. A proteção veicular não passa de um seguro pirata e que tem grande penetração no segmento de seguro para caminhões, por meio de cooperativas e associações de motoristas."
Já para o vice-presidente do Sincor-RS, Sérgio Petzhold, "a oferta é feita sem apresentar garantias de que esses contratos, no futuro, serão cumpridos. Isso pode se tornar uma bola de neve, prejudicar o segurado e desmerecer a credibilidade do mercado."
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