Notícias

Até que ponto vai a ética no mercado de seguros?


Fonte: C Q C S

O relacionamento entre profissionais no ambiente empresarial pode ser estremecido quando o assunto diz respeito à conduta e a ética. No mercado de seguros não é diferente, corretores tem questionado a postura dos profissionais do mercado e de seus funcionários. "Muitos colegas estão passando por sufoco por terem levado golpes das pessoas que conviviam diariamente com eles e dentro de suas próprias corretoras", afirmou a corretora Rita Granja da Granja Corretora de Seguros, localizada em Salvador/BA.

"Em muitos casos, o funcionário sai da corretora e acha que os clientes que ele atendeu durante o período que trabalhou, são dele. Então leva estes contatos para outras corretoras, deixando a empresa que ele saiu com grandes desfalques", acrescentou.

Esse problema também foi registrado pelo corretor Luciano Brandão, de Cuiabá/MT "Um ex-funcionário meu foi contratado em outra corretora da cidade e levou com ele duas empresas de minha carteira de clientes, através de uma carta de alteração. O que me surpreende é que a empresa para onde ele foi nem ao menos procurou saber o motivo da demissão", afirmou.[2]

O corretor da Whately Corretora de Seguros sugeriu que ao se sentir lesado o interessado apele para a justiça. "O mais importante é vincular um processo judicial com as informações que esse ex-funcionário recebeu seus salários para cumprir com as funções em nome da sua corretora conquistando e formando uma carteira de cliente e com o seu desligamento jamais poderia interpelar qualquer um dos seus clientes para concorrer em nome de outra corretora por dispor de informações privilegiadas que somente sua corretora possui e neste aspecto está ilegal", concluiu.


« Voltar