Este website utiliza cookies
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência, otimizar as funcionalidades do site e obter estatísticas de visita. Saiba mais.
Fonte: C Q C S
O presidente do Sincor-ES e diretor adjunto da Fenacor, José Rômulo da Silva, alerta que algumas normas recentemente aprovadas pelos órgãos reguladores do mercado terão como consequência a divisão dos corretores de seguros em duas categorias. "A primeira reunirá aqueles com instrução e capacitação técnica após nove meses de estudos. A outra irá englobar quem não tem qualquer conhecimento e formação para exercer a profissão, como os corretores de microsseguros e os agentes", adverte.
Na avaliação dele, a situação ficará ainda mais conturbada para os corretores se for aprovada a proposta já defendida por vários parlamentares, que desejam a regulamentação das associações e cooperativas que comercializam coberturas automotivas.
Além disso, ele critica a extinção do convênio pelo qual os sindicatos atuavam no cadastramento dos corretores e, o mais grave, a não expedição, pela Susep, das identidades profissionais da categoria. "O que se quer é que as leis sejam respeitadas e cumpridas, e que soluções sejam buscadas sem agredir os direitos daqueles verdadeiros profissionais", enfatiza.[2]
Diante desse quadro, José Rômulo defende o engajamento de todos os 70 mil corretores de seguros do País nos movimentos que eclodiram no Brasil nos últimos meses. "Diz um ditado que quem se cala consente, e a continuarmos sem tomar uma posição, dentro em breve não mais existiremos como profissão e nem como representação. Devemos nos posicionar urgentemente e tomarmos uma posição pacífica tomando como exemplo as demais categorias que não concordam da maneira como vem sendo tratadas, como por exemplo, os médicos", salienta.
Utilizamos cookies para melhorar a sua experiência, otimizar as funcionalidades do site e obter estatísticas de visita. Saiba mais.