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Corretores de seguros lotam plenarinho no seminário sobre o SuperSimples


Fonte: SINCOR-RS

Quando o presidente do Sincor-RS, Celso Marini, encerrou sua manifestação no seminário estadual que debateu e propôs propor alterações ao Estatuto da Microempresa, a Lei do SuperSimples Nacional, foi muito aplaudido. Ele reclamou do enquadramento errado dos corretores de seguros como entidades financeiras e por isso sem direito ao SuperSimples:

- Por três vezes tivemos nosso pleito aprovado pelo Congresso Nacional e por três vezes tivemos o veto presidencial. Isto é um absurdo.

Marini saudou a proposta do enquadramento não mais por categoria profissional, mas por faturamento da empresa, de até R$ 3,6 milhões por ano independentemente de sua atividade econômica. Ele prosseguiu:

- Queremos justiça, equidade. Dou como exemplo as agências de viagens, que podem usufruir do Supersimples, e que são como nós intermediadores de serviços. Por que, então, os corretores foram alijados. Temos de estar incluídos e dependemos dos senhores legisladores para atingirmos este objetivo.

FOMOS A MAIORIA

O Plenarinho da Assembleia tem a capacidade para 120 pessoas e nós, os corretores de seguros, formamos a maioria dos presentes. Uma demonstração que a categoria está mobilizada na contestação à voracidade fiscal dos governos

O evento aconteceu no dia 26 de setembro, no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul, em Porto Alegre. A organização ficou a cargo do deputado federal Afonso Hamm (PP-RS) e do deputado Ronaldo Zulke (PT-RS).[2]

O Simples Nacional foi criado para unificar a arrecadação dos tributos e contribuições devidos pelas micro e pequenas empresas brasileiras, nos âmbitos dos governos federal, estaduais e municipais. A entrada em vigor da nova forma de arrecadação de impostos e contribuições, que literalmente simplificou e desburocratizou a forma das empresas pagarem seus tributos


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