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Fonte: Monitor Digital - Nelson Priori
Por causa da decisão da juíza Maria da Penha Nobre Mauro, da 5ª Vara Empresarial do Rio, no processo movido pela Anacont contra a Porto Seguro, todas as seguradoras deverão deixar de cobrar a taxa conhecida como custo de apólice, segundo a opinião de especialistas do setor. A decisão da juíza contra a Porto Seguro está sujeita a recursos, pois além de proibir a cobrança, condenou a companhia a restituir em dobro os valores pagos pelos consumidores a partir de 2002, ano em que a ação foi ajuizada. O interessante é que a autora da ação não sabe e, então, a sentença determina que a seguradora informe e comprove o número exato e total de apólices expedidas nos últimos dez anos, e informe, no prazo de 15 dias, o valor total arrecadado.
A Anacont, entidade autora da ação, baseada não se sabe em que tipos de cálculos, chegou à conclusão de que, só em 2012, as seguradoras brasileiras arrecadaram R$ 1,7 bilhão com a cobrança da taxa. O engraçado é que o presidente dessa entidade, José Roberto Oliveira, ressalta que nenhuma seguradora informa sobre a cobrança do custo de emissão da apólice de seguro individual, que estima entre R$ 30 e R$ 100.
BTG quer vender BR Properties
Comenta-se no mercado que o BTG Pactual procura um investidor institucional para comprar sua participação na BR Properties. Atualmente, o banco possui 24,5% da empresa, seguido pelo fundo de pensão Petros (6,9%), WTorres (6,86%) e o fundo de investimentos do governo de Singapura (6,48%). O BTG entrou na empresa em março de 2012, quando a BR Properties incorporou uma empresa na qual o BTG era sócio junto com Walter Torre. Na época, a operação resolveu dois problemas para o banco: deu uma saída para um portfólio que tinha algumas problemas e também uma moeda líquida,: as ações da BR Properties. Apesar da qualidade de seus ativos, atualmente essa companhia provoca problemas para o grupo financeiro, pois suas ações sofreram grande desvalorização no ano passado, há vários trimestres o BTG tem que reconhecer a perda contábil de valor em seu balanço.
CPFL Paulista fará reajuste de 4,67%
A Aneel alterou o percentual de reajuste tarifário para a CPFL Paulista, empresa do grupo CPFL Energia. A agência alterou o aumento médio de 4,53% para 4,67%, no âmbito da terceira revisão da empresa, sendo que os efeitos dessa decisão serão considerados no reajuste de 2014. A decisão atende parcialmente provimento ao pedido de reconsideração da CPFL Paulista.
Cade aprova venda de torre comercial
O Cade aprovou, sem restrições, a compra da totalidade das ações da Degas Empreendimentos e Participações, do Grupo Aliansce, pelo CTBH Fundo de Investimento Imobiliário, do Itaú Unibanco. A Degas é uma sociedade pré-operacional, titular de direitos aquisitivos sobre uma torre comercial em Belo Horizonte, imóvel que era o único investimento da empresa de shopping centers no segmento de torres comerciais para locação .A Aliansce fará contrato com o fundo, mediante o qual será responsável pela administração do imóvel num primeiro momento. Qual o prazo, ninguém sabe?
Amazon lança TV online com nome de site pornô
Quem tentar entrar no site do novo serviço de televisão da Amazon.com levará um susto, pois ele divide o nome com um de conteúdo pornográfico. Assim, quem tentar acessar o firetv.com provavelmente vai estranhar o que enxergar na tela . Embora o "concorrente" se chame, na verdade, FyreTv, eles registraram o endereço desejado por Joseph Bezos para evitar que as pessoas errassem o nome e não conseguissem acessá-los. Confusão que é causada agora para quem tentar acessar um site desse novo produto e encontra um de "conteúdo adulto". Registrado desde 2008, a Fyre oferece conteúdo adulto por demanda, mas não vem com uma trajetória de sucesso nos últimos anos. É uma situação complicada para Amazon, que escolheu o nome "errado" ao criar o seu novo produto - e provavelmente terá que pagar uma pequena fortuna para comprar o domínio, caso assim deseje.
Raízen Combustíveis compra Distribuidora Latina
No dia 27 de fevereiro, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica aprovou a compra da Distribuidora Latina, que atua na Região Sul, pela Raízen Energia, joint venture entre a Cosan e a Shell, que vai incorporar 215 postos de serviços e que vendem um volume anual médio de 300 milhões de litros de combustíveis e um terminal de distribuição em Ijuí, no Rio Grande do Sul. No período de 18 meses, a companhia deverá substituir a bandeira Latina pela marca Shell nos estabelecimentos. O pitoresco foi a demora para a informação para a Comissão de Valores Mobiliários.
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