Notícias

Capitalização fatura R$ 20,9 bi e exige habilitação profissional


Fonte: SEG NOTÍCIAS

O mercado de capitalização atingiu, em 2013, o seu melhor resultado em 10 anos, com faturamento global de R$ 20,9 bilhões, o que representa avanço de 26,3% sobre 2012. O número de clientes chegou a 34 milhões. Segundo a Federação Nacional de Capitalização (FenaCap), iniciativas no campo da educação financeira somadas à ampliação da renda, variedade de ofertas, diversificação de canais e facilidade de aquisição, foram responsáveis pelo desempenho.

Para atuar na comercialização de títulos de capitalização é preciso ser habilitado pela Escola Nacional de Seguros e ter o registro profissional emitido pela Susep. Para isso, é necessário ser aprovado no Curso para Habilitação de Corretores de Seguros - Fase 1 (Capitalização) ou no Exame para Habilitação de Corretores de Seguros, ambos oferecidos pela escola duas vezes ao ano.

Atualmente, o curso está com inscrições abertas até 16 de julho, em 25 cidades. As aulas serão iniciadas a partir de 29 de julho e a Fase 1 tem duração aproximada de um mês, período no qual os alunos assistem a aulas de direito do seguro, matemática financeira, legislação, organização profissional, teoria geral do seguro, capitalização e ética concorrencial. O investimento varia entre R$ 740,00 e R$ 850,00, dependendo da localidade.

Confira as cidades onde a Fase 1 será ministrada e acesse o www.funenseg.org.br para mais informações: Atibaia (SP), Belo Horizonte (MG), Brasília (DF), Campinas (SP), Caxias do Sul (RS), Chapecó (SC), Curitiba (PR), Duque de Caxias (RJ), Franca (SP), Francisco Beltrão (PR), Goiânia (GO), Guarulhos (SP), Marabá (PA), Marília (SP), Niterói (RJ), Palmas (TO), Poços de Caldas (MG), Presidente Prudente (SP), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA), Santa Maria (RS), São Carlos (SP), São Paulo (SP), Teresina (PI) e Vitória da Conquista (BA).

.

Corretora aponta os seguros mais adequados aos motociclistas

Menos consolidado que o mercado de seguros dos automóveis, estima-se que, atualmente, algo abaixo de 5% da frota nacional de motos possui apólice contra possíveis acidentes, roubos e furtos. O dado merece atenção, haja vista que, segundo o Ministério da Saúde, em 2011 - último ano aferido pelo órgão - ocorreram 155.656 internações em hospitais por acidentes de trânsito no país, sendo 77.113 delas correspondentes as colisões de veículos de duas rodas - mais de 50% do total.

Outro agravante é o crescimento de furtos e roubos de motos em todo o Brasil. Somente na capital paulista, de acordo com estatísticas da Polícia Civil, foram registrados em média 1.260 casos de roubos mensalmente no ano passado, alta de 14% em relação a 2012.

Pieter Lekkerkerk, sócio diretor da corretora on-line EscolherSeguro, argumenta que as estatísticas de acidentes, roubos e furtos de motos provavelmente devem aumentar nos próximos anos, o que torna necessário a criação de uma maior cultura de proteção ao bem no país. "Tanto o motociclista que utiliza a trabalho quanto os aficionados pelos modelos esportivos, que pilotam apenas a lazer e passeio, cada vez mais correm risco ao expô-las nas ruas e estradas afora", sintetiza.

A fim de possibilitar uma maior penetração entre os veículos de duas rodas, algumas empresas estão promovendo condições especiais para alguns tipos de apólices e perfis. Uma delas é a Mutual Seguros, que oferece contrato exclusivamente para Responsabilidade Civil Facultativa (RCF), cobrindo o segurado em caso de danos materiais e corporais a terceiros.

De acordo com Pieter, os custos variam conforme a cilindrada do modelo segurado e o valor definido para indenização. Por exemplo, o prêmio de uma Honda CG Fan 125cc, com previsão de ressarcimento de R$ 10 mil em ambos os casos, sai por R$ 279,71 à vista. "Para contratar essa apólice não é necessária avaliação de perfil e a realização de vistoria. Porém, a seguradora não aprova para profissionais que atuam como motofretistas ou mototaxistas", explica o executivo.

Outra opção de baixo custo é disponibilizada pela Suhai. A empresa oferece cobertura para roubo e furto em algumas metrópoles do país. Para contratação não é realizada a avaliação do risco do perfil, mas o motociclista precisa utilizar um rastreador em comodato. O preço para modelos Honda de 125/150 cc e CBX 250 Twister fica em R$ 1.459 ou 10x de 172,96. Já para motos mais antigas com valor de tabela Fipe abaixo de R$ 8 mil, o prêmio é de R$ 1.299 ou 10x de R$ 154. Ambas as cotações são para motociclistas pertencentes a região metropolitana de São Paulo e ao Rio de Janeiro. "Pelo custo benefício, esse tipo de seguro é ideal para motoboys, já que a exposição de suas motos no trânsito é bem maior em relação aos que utilizam para passeio", argumenta o sócio da EscolherSeguro.

"Geralmente, o preço do seguro para perfis conservadores fica em torno de 30% do valor da motocicleta", comenta o executivo. Por exemplo, pela Mapfre, um homem casado de 30 anos, sem filhos e com oito anos de habilitação paga por volta de R$ 8,5 mil na Honda CB 500F e R$ 11 mil em uma Kawasaki Ninja ZX 600.

.

Merkk amplia seguro de crédito para concessionárias e grupos automotivos

A Merkk anuncia intensificar sua oferta de seguro de crédito doméstico 100% desenvolvido para concessionárias, grupos automotivos e outras empresas que comercializam peças no atacado.

O monitoramento da saúde financeira dos clientes do segurado é feito por meio da seguradora, 24 horas por dia, resguardando a empresa contratante da proteção de forma bastante eficiente e precisa. Outra vantagem embutida no produto é a garantia de cobrança, também realizada pela seguradora, e que funciona de forma assertiva, sempre com base no cruzamento de informações de diversas fontes seguras.

Segundo estudos realizados pela Merkk, existem hoje alta da inflação e elevação da taxa de juros, que são as principais causadoras de impacto na inadimplência do setor automotivo. Neste contexto, para quem concede crédito, a atenção deve ser, no mínimo, dobrada. "Assim, chega o momento de as empresas do segmento reverem a agenda de cobrança para garantir uma base atualizada e assegurar uma boa análise de risco na concessão do crédito, além da identificação de inadimplentes. E muitas empresas não sabem como proceder. É neste momento que entra o nosso trabalho", declara Boris Kalil de Merkouloff, sócio-diretor da Merkk.

A contratação do seguro ocorre por meio de um questionário a ser preenchido pela empresa interessada na apólice. Ele pode ser solicitado por meio de mensagem de e-mail dirigida à Merkk (contato@merkk.com) ou pelo telefone (11) 3063-5944. O prazo de contratação é bastante rápido, ou seja, normalmente em torno de duas semanas após a entrega de toda a documentação exigida, já se tem a precificação do risco.

.

Sistema para corretores de seguros cria solução web e mobile

A Sics Help, empresa desenvolvedora do Sistema Integrado para Corretores de Seguros (Sics), espera chegar a 10 mil usuários com o lançamento da versão web e mobile do seu sistema. Com a novidade, os corretores podem acessar todo tipo de informação referente ao seu trabalho de qualquer lugar. A versão Web foi desenvolvida com GeneXus, ferramenta de desenvolvimento de sistemas que permite criar aplicativos para as linguagens e plataformas mais populares do mercado, sem necessidade de programar.

O Sics permite o gerenciamento do trabalho do corretor de seguros, cuidado de todas as etapas, como: tarefas diárias, cadastro e busca de clientes, vencimento de apólices, cálculo de comissões, datas importantes para os clientes, renovação de seguros, envio de e-mails, CRM, etc. Cada corretor trabalha com diversas companhias de seguros, e o Sics permite gerenciar as informações de todas as seguradoras do mercado. "Para as seguradoras é interessante este trabalho em conjunto, porque assim as informações chegam diretamente para os corretores. Isso agiliza o serviço do corretor e alivia o trabalho da seguradora", explica um dos sócios da Sics Help, Vicente Luspa Júnior.

Totalmente desenvolvida com GeneXus, a nova versão web e mobile foi lançada no começo do ano e está sendo disponibilizada para todos os atuais usuários do sistema. Por ser um sistema bastante complexo, seu desenvolvimento durou cerca de três anos e teve cerca de 10 programadores envolvidos.


« Voltar