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À exceção dos segmentos de saúde suplementar, previdência privada complementar e capitalização , foram detectados R$ 413 milhões em fraudes, com R$ 345 milhões comprovados. De acordo com levantamento da CNseg, apenas no seguro de automóvel, as ações criminosas somaram R$ 162,5 milhões em 2013, representando 1,2% do total de avisos de sinistros na carteira.
No ano passado, além do automóvel, estão entre os ramos com maior valor de fraudes, o seguro de pessoas, com R$ 96,7 milhões, DPVAT com R$ 46,3 milhões, seguro de transportes com R$ 21,4 milhões e o seguro patrimonial com R$ 6,9 milhões.
De acordo com o superintendente geral da Ceser/CNseg, Marco Barros, combater a fraude é uma das principais missões enfrentadas pelo mercado segurador. "A fraude impacta diretamente no consumo e no preço de seguros, prejudicando não só o mercado, mas também todos os consumidores", sinaliza.
O executivo também lembrou que a impunidade é um dos principais incentivadores da prática e que todos precisam se conscientizar que se trata de um crime. "Combater a fraude também é prestar um serviço à sociedade já que, assim, estamos colaborando para a redução da criminalidade", conclui.
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