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Um banco oficial sem a intermediação do corretor na venda do seguro nas agências


Fonte: ARMANDO LUIS FRANCISCO

O corretor representa o anseio social por seguro. O banco público age em prol da sociedade brasileira. Juntos poderiam fomentar a massificação de apólices e a excelência na prestação de serviços.

O anseio não é novo, mas o Sincor/DF está fazendo a coisa certa. Dorival Alves de Sousa demonstrou que o casamento entre o corretor e a CEF poderia dar certo. Faltando apenas o banco público entender que o canal mais econômico e eficaz é o que poderia ser desenvolvido através deste produtor de seguros.

A CEF é um dos principais bancos públicos. Entretanto, até a presente data, não fez grandes esforços para recomendar a parceria estratégica. E mais, sendo o assunto trocado de mãos a cada esforço sindical para o desenvolvimento das aptidões e sinergias entre estes pares.

Creio que a dificuldade maior seja a introdução de um profissional capacitado nos interesses do referido banco. Um profissional que jamais poderá prejudicar a instituição no que se refere a CLT, pois o corretor, por Lei, não pode possuir vínculo empregatício.

Finalmente, espero que a investida em prol desta categoria seja próspera. E, assim, o banco público perderá a pecha da diferenciação profissional. O maior exemplo de sucesso está, inclusive, em grandes bancos, que somente atuam com corretores na agência, como o Bradesco. O exemplo é claro, clássico e muito bem amparado no tempo e na perspectiva econômica.

Armando Luis Francisco


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